Quinta-feira, 26 de Março de 2009

O que é mais ecologicamente correto: fazer xixi na privada ou durante o banho? Parte 2

Até aí tudo bem. Mas o xixi escorrendo pelas pernas e caindo nos pés não é nojento? Nem tanto. “Não há com o que se preocupar. Afinal, estamos ali para nos lavar, e a água corrente leva tudo embora”, diz o biólogo Branco Chiacchio. Segundo o biomédico Roberto Figueiredo, o contato constante da urina com os pés pode causar, sim, o aparecimento de microorganismos como a Candida albicans, que causa o famoso pé-de-atleta. Além disso, o excesso de urina pode ser absorvido pelo rejunte do piso do banheiro, o que dificulta a higienização, além de servir como abrigo para germes e bactérias. Logo, se você resolver substituir a privada pelo chuveiro uma vez ao dia, faça o xixi logo no início do banho. E fique tranqüilo, pois esse xixi é composto de 95% de água e 5% de outras substâncias como uréia e sal. Tudo segue pelo ralo direto para as estações de tratamento, sem nenhum prejuízo à saúde.

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

O que é mais ecologicamente correto: fazer xixi na privada ou durante o banho?

Por mais estranho que possa parecer, a resposta é no banho. A idéia é evitar o desperdício de água potável. De acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a cada descarga acionada são desperdiçados de 8 a 12 litros de água potável. Um adulto saudável produz entre 0,5 e 2,5 litros de urina por dia, expelidos, em média, em 4 idas ao banheiro. Isso significa um consumo estimado em 40 litros de água com descargas, enquanto um banho de chuveiro elétrico de 15 minutos, desligando-se o registro ao se ensaboar, consome 45 litros de água – o que quer dizer que pelo menos uma descarga pode ser economizada por dia.
Fonte: texto Paula Nadal

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

O que é ecologicamente correto?

Produto ecológico é todo artigo que, artesanal, manufaturado ou industrializado, de uso pessoal, alimentar, residencial, comercial, agrícola e industrial, seja não-poluente, não-tóxico, notadamente benéfico ao meio ambiente e a saúde, contribuindo para o desenvolvimento de um modelo econômico e social sustentável. Classificação de Ecologicamente Correto. O uso de matérias-primas naturais renováveis, obtidas de maneira sustentável ou por biotecnologia não-transgênica, bem como o reaproveitamento e a reciclagem de matérias-primas sintéticas por processos tecnológicos limpos são os primeiros itens de classificação de um produto ecologicamente correto. Para um produto receber a tarja de ecológico, todo o processo produtivo deverá ser limpo e apropriado, com uso de matéria-prima natural renovável ou não(mas reaproveitável), sintética reaproveitada e/ou reciclada,com insumos ecológicos, com baixo consumo energético para sua fabricação, com menor carga residual sobre o meio ambiente, com possibilidade máxima de recuperação ou reciclagem. Fonte: Niquiflex

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Apagando a luz por 60 minutos

Apagando a luz por 60 minutos, a população poderá demonstrar o quanto valoriza nossas florestas em pé, a sua preservação e uso sustentável e o combate ao aquecimento global. O ato de apagar as luzes, no Brasil, não tem relação com economia de energia, que tem como principal fonte a produção proveniente de usinas hidrelétricas, diferentemente de outros países participantes da Hora do Planeta, que produzem energia elétrica a partir de combustíveis fósseis como carvão, gás e diesel. Apagar a luz também é um ato que simboliza a eficiência, o uso dos recursos com inteligência e responsabilidade. Apesar da eletricidade no Brasil ser gerada principalmente, partir de hidroeletricas, considerada uma fonte renovável, o dados para o futuro apontam para um maior uso de energia oriunda de fontes fósseis e de grandes centrais hidrelétricas em regiões como a Amazônia, que também provocam grande impacto ambiental e social.

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Mais uma dos Ecochatos.

Por que os Ecochatos odeiam papel higiênico macio:
*O papel higiênico macio não pode ser feito apenas de papel reciclado.
* Para deixarem o papel mais branquinho,as fábricas utilizam substâncias à base de cloro,altamente poluentes.
*No mercado americano há pápeis de três folhas, que consomem mais árvores do que os de folha dupla.
*As vendas de marcas extramacias,com duas ou três folhas, aumentaram 40% em 2008.

Cruzada contra o conforto no banheiro

Confusos sobre o que combater, os ambientalistas às vezes promovem campanhas irracionais. Agora, sua fúria se concentra no papel higiênico do tipo macio.Quando se começou a falar em preservação da natureza, no fim dos anos 60, os ambientalistas eram vistos como seres exóticos. Na época, derrubar florestas para erguer cidades era uma boa ideia e nem se falava em aquecimento global. Hoje, a preocupação com o ambiente está na ordem do dia e os ambientalistas conquistaram respeito. Isso não impede que parte deles insista no figurino da extravagância. A toda hora grupos ambientalistas se engajam em campanhas cuja racionalidade é difícil de entender, seja pelos objetivos que perseguem, seja pelos métodos utilizados para alcançá-los. A mais recente dessas campanhas, promovida pelo Greenpeace, tem como meta impedir que se use para os devidos fins o papel higiênico ultramacio, formado por duas camadas de folhas. Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, os papéis higiênicos mais caros têm três e até quatro camadas de folhas.A reclamação se deve ao fato de que esse tipo de produto não pode ser feito com papel reciclado. Sua produção exige fibras de celulose virgens, o que significa sacrificar toneladas de árvores. O Greenpeace alega que, nos Estados Unidos, boa parte da madeira usada para fabricar os rolos de papel higiênico é tirada das florestas nativas do norte do Canadá, importantes na absorção do dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa. E o que dizer das árvores plantadas exclusivamente para a produção de papel, em áreas de constante reflorestamento? Também estão na lista negra dos ambientalistas extremados porque, segundo dizem, áreas de monocultura não servem de habitat para variedades grandes de animais. Enfim, a tese é que, para estar em paz com o planeta, é preciso usar papel higiênico do tipo áspero. A proteção das baleias, velha bandeira do Greenpeace, é de motivação justa e cristalina, e todo mundo aplaude. Mais difícil é entender tanto esforço para banir do planeta o papel higiênico macio, um conforto conquistado pela civilização. A justificativa dos ambientalistas radicais é daquele tipo de formulação que parece bem embasada, mas não resiste a análise rigorosa. Só uma parte ínfima do papel macio é feita com celulose de florestas nativas, e assim mesmo localizadas em áreas com licença ambiental. Papel higiênico de qualidade não pode ser produzido apenas com papel reciclado, pois o produto resulta frágil e áspero. A campanha contra o papel higiênico conseguiu uma vitrine para suas ideias na última cerimônia de entrega do Oscar, ocorrida há um mês. O papel higiênico que equipava todos os banheiros do Kodak Theater era feito de celulose 100% reciclada. Vida de artista é uma dureza. A preservação do ambiente é o Zeitgeist – o "espírito do tempo", expressão criada pelos filósofos alemães – da nossa era. Mas, quando alguns extremados, imbuídos de fúria doutrinária, querem impor suas convicções a qualquer custo, a militância ambientalista parece uma maluquice a mais da vida moderna. A ação violenta da Peta (sigla em inglês para Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais), por exemplo, é do tipo que provoca repulsa. Seus militantes invadem desfiles de moda e atacam na rua pessoas que estejam vestidas com casaco de pele. Em novembro do ano passado, o braço brasileiro do grupo Frente de Libertação Animal invadiu um laboratório do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e destruiu material de pesquisa, equipamentos e computadores. O resultado prático de campanhas ambientalistas radicais costuma ser nulo, principalmente quando elas pretendem acabar com confortos escolhidos mais pelo valor simbólico do que pelo dano real causado ao ambiente, como é o caso do papel higiênico. Em 2007, uma série de campanhas nos Estados Unidos pretendia conscientizar a população da inconveniência de consumir água mineral em garrafas plásticas, já que elas produzem uma quantidade enorme de lixo não degradável. Desde então, o consumo de água engarrafada no país cresceu 6,7%. Pode-se apostar que a campanha pelo papel higiênico áspero terá o mesmo desfecho. Por que os
Fonte: Jornal Última hora. Por: Renata Moraes.

Domingo, 15 de Março de 2009

Labrador Tubby é campeão de reciclagem.

Um labrador chamado Tubby ajudou a reciclar 26 mil garrafas de plástico em seis anos no País de Gales, segundo estimativas de sua dona, Sandra Gilmore. Em suas duas caminhadas diárias, o labrador recolhe, em média, seis garrafas encontradas no chão, antes de esmagá-las com a boca. Tubby entrega todas as garrafas para sua dona, que mora no condado de Torfaen, sudeste do País de Gales, que as leva para serem recicladas. "Fico feliz de ele ter um nariz farejador para garrafas, e não ossos", disse o parlamentar local John Cunnigham. "Ele desenterra as garrafas em qualquer lugar e se enfia embaixo de arbustos e até dentro d'água para pegá-las", disse a dona, de 51 anos. "Eu gosto de fazer a minha parte, reciclando o máximo que posso - o Tubby me ajuda a fazer um trabalho ainda melhor." "O Tubby deve ser o cão reciclador mais dedicado e verde das redondezas", completou. Gilmore acredita que seu cão de estimação é atraído pelas garrafas por causa do barulho que elas fazem quando ele as esmaga. Apesar de elogiar a reciclagem de Tubby, Gilmore diz que o hábito, às vezes, pode ser irritante. "Muitas vezes sobrou algum líquido no fundo das garrafas que ele traz para casa, e ele se espalha por toda a parte", afirma.
Fonte: Terra.

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Aventureiros atravessarão oceano em barco de garrafas pet.

Um aventureiro economicamente sustentável está colocando em ação um ambicioso plano para atravessar o oceano Pacífico em um barco reciclável construído com garrafas plásticas. A embarcação, desenvolvida no formato de um catamarã - veículo náutico com dois cascos -, viajará 18 mil km dos Estados Unidos à Austrália, transportando quatro tripulantes. O Plastiki terá na sua estrutura de dois cascos paralelos entre 12 e 16 mil garrafas de 2l que já estão sendo coletadas. Cada uma delas será pressurizada com pó de gelo seco, que devem sublimar para dióxido de carbono. Apenas os mastros do barco são de metal, deixando os demais 90% com materiais reciclados. A aventura, prevista para abril, terá início em São Francisco, na Califórnia, até a chegada em Sydney, capital australiana, onde a embarcação será desmontada e reciclada. A viagem é considerada arriscada, mas o design do Plastiki é mais resistente que o barco de caixinhas de papel feito por um jovem de 22 anos que fracassou ao tentar velejar pelo rio Mississipi no ano passado.
Fonte: Terra.

Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

O que é a Hora do Planeta?

No dia 28 de março, entre 20h30 e 21h30, milhões de lares, milhares de ruas, centenas de monumentos, bairros e cidades ao redor do mundo apagarão suas luzes. A “Hora do Planeta” é uma forma que a Rede WWF encontrou para engajar e mobilizar a sociedade para manifestar – por meio de uma ação simbólica e emblemática – a sua preocupação com o aquecimento do planeta. Localmente, também tem por objetivo alertar para o problema do desmatamento e das queimadas, principais fontes emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Simbologia dos materias recicláveis

Não se sabe qual o critério usado na criação dos padrões, mas a diferenciação por cores é um eficiente sistema para a coleta seletiva voluntária em todo o mundo. Vários países já reconhecem esse padrão como um parâmetro oficial a ser seguido por qualquer modelo de gestão de programas de coleta seletiva.
AZUL: papel
VERMELHO: plástico
VERDE: vidro
AMARELO: metal
PRETO: madeira
LARANJA: resíduos perigosos
BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
ROXO: resíduos radioativos
MARROM: resíduos orgânicos
CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.

Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Um pouco de curiosidades

Para fabricar 1 tonelada de papel reciclado são usados 2.000 litros de água. Para produzir a mesma quantidade a partir da madeira gastam-se 100.000 litros.

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

O que é o 3 R´s

Os 3 R's são conceitos fundamentais para um bom gerenciamento dos Resíduos Sólidos, ou seja, do Lixo. São conceitos que devem ser absorvidos, praticados e divulgados.
Podemos REDUZIR a geração do lixo consumindo menos e melhor, isto é, racionalizando o uso de materiais no nosso cotidiano. Como reduzir? » Preferir produtos com embalagens retornáveis » Preferir produtos com embalagens recicláveis » Combater o desperdício de produtos e alimentos planejando bem as compras » Pegar carona sempre que possível » Não deixar as torneiras pingando » Assinar jornais e revistas em conjunto com outras pessoas » Escrever em papel reciclado.
Podemos REUTILIZAR diversos produtos antes de descartar, usando-os para a mesma função original ou criando novas formas de utilização. Como reutilizar? » Separar sacolas, sacos de papel, vidros, caixas de ovos, papel de embrulho que podem ser reutilizados. » Usar o verso das folhas de papel já utilizadas para rascunho. » Pensar em conservar e consertar objetos antes de jogar fora. » Doar ou vender tudo o que possa ser reaproveitados por outros. » Não jogar no lixo aparelhos : podem ser vendidos ao “ferro velho” ou desmontados para o reaproveitamento de peças.
E podemos RECICLAR o lixo quando o retornamos ao ciclo da produção, seja ele industrial, agrícola ou artesanal. Como reciclar? » Fazer compostagem doméstica com seus restos de jardim e de cozinha. » Separar materiais recicláveis (plásticos, vidros, metais e papéis), para os programas de coleta seletiva.
fonte: ambientalbrasil.org.br

Domingo, 25 de Janeiro de 2009

O alumínio transparente

O alumínio transparente é hoje uma realidade. Sua descoberta foi prevista no filme de ficção científica Star Trek 4 (Jornada nas Estrelas 4). O alumínio transparente é conhecido na indústria como ALONTM, se trata de um oxinitrato policristalino de alumínio, ou seja, uma cerâmica transparente cristalizada sobre átomos de alumínio. Apesar de ser uma cerâmica, é muito mais resistente que o vidro blindado, e seu desenvolvimento foi inicialmente buscado pelo exército americano para a construção de janelas em veículos blindados. O alumínio transparente é muito mais resistente, leve e fino que o vidro blindado, oferecendo diversas vantagens para a blindagem de veículos. Apresenta diversas outras vantagens sobre o vidro, e para uso civil já está sendo usado em leitores de código de barras em supermercados devido ao seu alto índice de transparência para luz visível e ultravioleta. Muitas outras aplicações estão previstas para o ALONTM (alumínio transparente), e até mesmo as latas de cerveja e refrigerante serão fabricadas nesse material (em 20 ou 30 anos). Todo o mercado pode se beneficiar dessa descoberta, dependendo somente da queda do preço desse produto, pois o método de produção do ALONTM é ainda 5 vezes mais caro que o vidro blindado. Muitas pesquisas estão avançando nesse campo, basta lembrar que o alumínio já foi considerado metal nobre devido ao mesmo problema (alto custo de fabricação) e hoje é um material muito barato.
fonte: Wikipédia

Sábado, 15 de Novembro de 2008

Papel higiênico reutilizável?

Você quer ser uma mãe cada vez mais “verde” e sempre busca alternativas de menor impacto ao meio ambiente, como as fraldas ecologicamente corretas ou os saquinhos de tecido para levar o lanche na escola. Mas, já pensou em um papel higiênico reutilizável? A idéia parece estranha e um pouco radical, mas o fabricante, que também comercializa fraldas de pano, garante que seus produtos valem a pena. Segundo informações do site da empresa, o “lenço” higiênico é feito de pano e seria mais confortável e econômico, além de “salvar você daquelas idas noturnas ao supermercado” quando o papel acaba. O produto também não se desintegra - como os papéis higiênicos tradicionais - e o melhor: de acordo com o fabricante, não deixa cheiro forte no banheiro. Após o uso, você os acondiciona em uma lata ou em sacos molhados, vendidos pela mesma empresa. Eles podem ser lavados na máquina, junto com as fraldas de pano e separadamente das outras roupas. A recomendação é usar água quente na lavagem. Ainda acha que não vale a pena? A coluna Eco Crazi, da revista Time na internet, chama atenção para o fato de que, quanto mais macio o papel higiênico, menos materiais reciclados ele contém - o que justificaria uma escolha mais ecologicamente correta. Coloridos e feito de tecidos estampados, os produtos ainda têm um toque “divertido”...mas, por mais modernos que eles sejam, como seria ter os lenços após uma semana no seu banheiro?
Fonte: Revista Crescer.

Sábado, 11 de Outubro de 2008

Moda ecologicamente sustentável

As tendências da moda vão e vêm, mas em certo sentido o verde veio para ficar, segundo estilistas e patrocinadores que participam dos desfiles desta semana em Nova York. Modelos vestindo tecidos biodegradáveis, cordas recicladas ou materiais orgânicos estão brilhando nas passarelas, e se as vendas dessas roupas mais caras atenderem às expectativas, os estilistas e suas grifes terão encontrado lucrativos novos filões. Mas a moda é volúvel, e qualquer novidade incrível de hoje corre o risco de amanhã ir parar no fundo do armário, junto com as ombreiras da década de 1980. Mesmo assim, empresas como a de cosméticos Aveda e estilistas como Abi Ferrin estão apostando na permanência do estilo "sustentável-chique". "Caracterizar o meio ambiente como uma 'tendência' é extremamente míope", disse Ellen Maguire, assessora de imprensa da Aveda. "Virar verde é um ótimo negócio." Nos bastidores dos desfiles da Fashion Week deste semestre em Nova York, a Aveda tem garrafas de alumínio cheias de água da torneira. Os estilistas, por sua vez, abriram mão de usar peles, e todos os convites foram com papel reciclado. Maguire disse que a Aveda é uma das marcas do império Estée Lauder que mais cresce. "Os consumidores estão gravitando em direção a companhias que ligam para o meio ambiente. Não é um nicho, não é uma tendência." As roupas "sustentáveis" estão sendo fornecidas para lojas de alto luxo. A Bloomingdale's, por exemplo, vende blusas e jeans de algodão orgânico, enquanto a Saks da Quinta Avenida oferece por 2.815 dólares um casaco de lã orgânica da marca Behnaz Sarafpour. "As pessoas de vendas hoje em dia ligam para saber como o seu produto é feito", disse o estilista Ferrin, cujos vestidos esvoaçantes empregam fibras "ambientalmente corretas" e botões produzidos por nepalesas salvas do tráfico de escravas sexuais.
Por Chelsea Emery
NOVA YORK (Reuters)